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Colégio Estadual Professora Déa Alvarenga

Ensino Fundamental e Médio

Londrina - Paraná



Um Pouco da História....


O COLÉGIO ESTADUAL PROFESSORA DÉA ALVARENGA – ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO foi construído no ano de 1982. Está localizado na Rua Antimônio, 140, no Jardim São Francisco, na cidade de Londrina, Estado do Paraná. Esta instituição tem como objetivo atender o Ensino Fundamental e Médio, tendo como entidade mantenedora o Governo do Paraná.

O estabelecimento de ensino Colégio Estadual Profª Déa Alvarenga, construído no ano de 1982, foi criado e autorizado a funcionar através da Resolução número 1517 de 18 de abril de 1983. Em 1994 foi autorizado o Ensino Fundamental através da Resolução número 1258/94 denominada Escola Estadual Jardim São Francisco.

A partir do ano de 2005 conforme alteração de denominação 01/2004 a Escola Estadual do Jardim São Francisco – Ensino Fundamental passa a denominar-se Colégio Estadual Professora Déa Alvarenga – Ensino Fundamental e Médio.

O nome dado ao Colégio foi uma homenagem a Professora Déa Alvarenga, nascida em 24/06/31, município de Araxá, estado de Minas Gerais, onde cursou o primário e iniciou os estudos de Língua Francesa e Piano. Filha de Edson Alvarenga, economista e Iracema Soares Alvarenga, violinista.

Graduou-se em Letras Neolatinas pela Universidade Federal do Paraná, obtendo também, o Diploma de Nancy, através da Aliança Francesa de Curitiba. Poliglota, tinha paixão pelas Artes e seu passatempo preferido era a leitura.

Fez curso de Pós-Graduação na Sorbonne, Universidade de Paris, com a tese: “Ruskin, um dos caminhos trilhados por Marcel Proust para a” Redescoberta do Tempo Perdido “e especialização em Teoria da Literatura na Universidade Estadual de Londrina e escreveu a monografia:” Triade feminina em Avalovara “, romance de Osman Lins fazendo um paralelo com o romance” O Jogo da Amarelinha “de Júlio Córtazar”.

Professora concursada pelo Governo do Estado do Paraná, lecionou no Instituto Estadual de Educação de Londrina, Colégio Estadual Profº José Aloísio Aragão e aposentou-se lecionando no Ensino Médio do Colégio Estadual Vicente Rijo - Ensino Fundamental e Médio em Londrina. Participou de inúmeros seminários literários. Fez cursos de Língua e Literatura Portuguesa, Francesa e Brasileira em São Paulo, Rio e Curitiba.

Era filiada aos Elos Clube e à Academia dos Poetas, proferiu inúmeras palestras em Colégios, na Academia de Letras e no Elos Clube em Londrina. Teve a sorte de participar do curso “Análise Estilística e Fenomenológica da Música da Renascença à Música Contemporânea”, ministrado pelo maestro Koelreuter no Colégio Mãe de Deus. Também participou de outros cursos: piano, com a professora Gláucia, Teoria Musical com Roberto Panico e Análise Estilística Musical, com o maestro Othonio Benvenuto. Cursos que aprimoraram seu gosto musical e tornaram-na mais receptiva à música clássica e popular. Outro curso que lhe dava muita alegria era o Curso de Técnica Vocal e Canto Lírico, sob a orientação da professora Mimi Lück.

Fez várias traduções, publicou poemas no livro “Gente Nossa” (Londrina, 1985), trabalhos e poemas publicados no livro “Poetas de Londrina”, revista “Almenara” (da Academia dos Poetas); in Boletim do Elos Clube; in Labor em Páginas (setembro/97); um estudo crítico in Boletim nº 05 (UEL, 87). Escreveu o prefácio do livro de “Contos da Meia Noite” de Maria Lucia Victor Barbosa. Edit. Campanário, Londrina, 1999; um artigo sobre “Simbólico Adeus a Macau”; um poema dedicado ao Padre Joseph Kentenich, “Humanizador e Construtor da História”; um poema dedicado à Chiara Lubich e à Comunidade Focolare: “Mariápolis", 1988).

Era membro efetivo da Academia de Letras Ciências e Artes de Londrina, seu patrono era João Cabral, e ocupava a cadeira dezesseis. Procedeu a doação de livros, enciclopédias, bíblias, abrangendo a Literatura Universal, à Biblioteca Pública e ao Elos Clube de Londrina. Recebeu homenagem do Elos Clube de Londrina, em 21 de março de 2001, enaltecendo a sua sensibilidade, cultura, inteligência, solidariedade, sabedoria, simplicidade, cordialidade, companheirismo, sabedoria, energia, ser iluminado, mensageira do bem.

Déa vivenciou o que escreveu:

Meus braços se alongam”.
A abraçar pessoas.
De todas as raças.
Pés, mãos se espalmam
Para servir
O coração se abre, a palavra flui.
Salmodie o Criador e as belezas da Criação.
Engaje-se a serviço da vida".

“A história da humanidade
Escrita com tintas de dor
Não é só violência e desamor,
Também é fraternidade “.

"Poeta
Acrobata
Que salta
Pra dentro de si
Devorador de estrelas,
Andarilho de caminhos interiores “.

Ajudou na formação de várias gerações de estudantes, que hoje realizam obras nos diversos campos do fazer e do saber, colaborando com o progresso sócio-humano do Brasil. Faleceu em fevereiro de 2002, no município de Londrina, estado do Paraná. Devido à este amor e grande dedicação ao ensino, o chefe do Núcleo Regional de Londrina em gestão no ano de 2005, professor Rony dos Santos Alves, merecidamente resolveu homenagear a profª Déa Alvarenga dando ao Colégio seu nome, perpetuando assim seu amor pela educação.

 

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